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Em lagoa do mato Professora é condenada por receber salário sem dar aula em escola.

Escola

Publicada em 06/08/25 às 09:52h - 1116 visualizações

por Redes


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Assim fica mole receber sem trabalhar, o problema são as consequências que vem depois  (Foto: Redes)

São João dos Patos – MA 06/08/2025

O fato está acontecendo na cidade de Lagoa do Mato sertão Marahense. A Justiça do Maranhão condenou, desde o dia 1º de agosto, a professora Diomícia Guimarães, que atuava no ensino fundamental na cidade de Lagoa do Mato, por improbidade administrativa.

Segundo a decisão da justiça, a professora recebeu salários sem dar aulas entre abril de 2016 e fevereiro de 2017, e colocou outra pessoa em seu lugar para ensinar no Centro de Ensino Porto do Saber do município.

A sentença da condenação foi assinada pela juíza Débora Jansen Castro Trovão e atende a uma ação movida pelo Ministério Público do Maranhão, por meio do promotor Carlos Allan Costa Siqueira. A denúncia foi feita por duas servidoras municipais.

Agora a professora terá que devolver todo o dinheiro recebido durante o período em que não trabalhou, com correção monetária. Ela também perdeu o direito de ocupar cargos públicos, terá que pagar multa equivalente ao valor que recebeu indevidamente e está proibida de fazer contratos com o governo ou receber benefícios públicos por oito anos, mesmo que seja sócia de alguma empresa.

De acordo com o MPMA, em abril de 2016, a professora deixou de dar aulas e colocou outra pessoa em seu lugar, indicada pela então secretária de Educação, Cátia Cilene Porto. Diomícia ainda pagava essa substituta, que recebia R$ 958 reais por mês.

Em março de 2017, ela pediu licença alegando motivos pessoais. Para o Ministério Público, a professora agiu de forma irregular ao receber salário sem trabalhar, causando prejuízo aos cofres públicos e prejudicando os alunos, já que a pessoa que assumiu seu lugar não tinha formação adequada para dar aulas.

Na sentença, a juíza destacou que Diomícia criou um esquema ilegal de substituição, tratando o cargo público como se fosse algo pessoal. “A ré não apenas se ausentou, mas criou um sistema informal e ilegal de substituição, tratando o cargo público como um bem privado passível de delegação a terceiros, o que revela profundo descaso com os deveres de probidade e com a própria essência do serviço público”, afirmou. ( Fonte G1 MA.)

 

 

 




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